O deputado federal André Janones (Rede) saiu em defesa da cantora mineira Marina Sena após a artista ser alvo de críticas nas redes sociais por realizar uma turnê na Europa durante o segundo turno das eleições, marcado para este domingo (25/10). Uma denúncia contra a cantora teria sido enviada ao Ministério Público Federal (MPF), sob a alegação de que ela teria impedido integrantes de sua equipe de votar.
Repercussão da agenda internacional
A polêmica ganhou força quando internautas perceberam que a agenda internacional da artista coincide com o dia da votação. Marina tem apresentações agendadas em Portugal nos dias 24 e 25 de outubro, além de shows na França, Holanda, Reino Unido e Espanha ao longo dos dias seguintes. A turnê batizada como “Coisas Naturais Europe Tour 2026” teve início em Berlim, na Alemanha, e prevê encerramento em Barcelona, na Espanha.
Manifestação nas redes sociais
Nas plataformas digitais, o parlamentar mineiro reprovou os ataques direcionados à artista, que já declarou apoio público ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e definiu a situação como “palhaçada”.
“A menina é super influente, deu a cara a tapa, se expôs, tá militando abertamente, aí o único ‘erro’ dela foi acreditar que venceríamos no primeiro turno (como todos vocês também acreditavam) e marcar uma turnê e já tem gente querendo cancelar por isso?”, escreveu o parlamentar.
Janones também pediu união aos eleitores progressistas e comparou a postura dos campos políticos.
“Do lado de lá tem dois deputados que já mataram e foram eleitos senadores! Eles não se dividem e a gente por qualquer bobagem já quer cancelar! Não é à toa que chegamos nessa situação!”, acrescentou.
Investigação e questionamentos do público
A controvérsia escalou após a circulação de postagens sobre uma suposta denúncia ao MPF relacionada ao impedimento de voto da equipe de apoio. Embora um registro tenha aparecido em sistemas do órgão, a simples formalização não comprova a abertura de inquérito ou constatação de irregularidades formais. Fãs e seguidores também utilizaram o espaço dos comentários para cobrar posicionamentos sobre a responsabilidade cívica durante o período eleitoral.








