O Tribunal Superior Eleitoral determinou que as empresas Meta e X entreguem, no prazo de 24 horas, um laudo técnico detalhado acerca da aplicação de inteligência artificial e do alcance de publicações políticas feitas pelos postulantes ao Palácio do Planalto.
Cobrança da Justiça Eleitoral
A ordem judicial partiu do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Boas Cueva, respondendo a uma demanda formalizada pela aliança partidária Brasil Pronto Pra Mais, grupo que integra a base de sustentação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida presidencial de 2026.
Acusação de tratamento desigual
No processo, a coligação que apresentou a denúncia argumenta que há um favorecimento ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) por parte das corporações tecnológicas.
Segundo a representação protocolada no tribunal, as empresas estariam adotando “na distribuição, recomendação, moderação e impulsionamento de conteúdos político-eleitorais, bem como na utilização de ferramentas de inteligência artificial, com alegado favorecimento da candidatura investigada”.
Próximos passos
Enquanto o caso segue em tramitação na corte, as companhias responsáveis pelas redes sociais precisam enviar os documentos exigidos para esclarecer os algoritmos e a moderação de postagens durante o período eleitoral brasileiro.








