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Patrimônio de deputados do DF varia de R$ 204 mil a R$ 10 milhões

Levantamento baseado em dados do TSE detalha os bens declarados pelos parlamentares eleitos para a Câmara dos Deputados.

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Deputados federais do DF têm patrimônio de R$ 204 mil a R$ 10 milhões

Os deputados federais do Distrito Federal eleitos no pleito de 4 de outubro para representar os brasilienses na Câmara dos Deputados nos próximos quatro anos possuem patrimônios declarados que variam de R$ 204 mil até R$ 10 milhões. Os dados foram obtidos por meio de um levantamento com base nas informações fornecidas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o registro das candidaturas.

Os maiores patrimônios da bancada do DF

O deputado reeleito Izalci Lucas (PL) lidera o ranking de maior patrimônio declarado à Justiça Eleitoral entre os parlamentares da capital federal, somando R$ 10.445.325,29. Na sequência aparece outro veterano do PL, Alberto Fraga, que registrou R$ 4.957.414,04 em bens.

Quem encerra a faixa dos milionários é o também reeleito Rafael Prudente (MDB), com um montante de R$ 2.480.302,00. No total, três parlamentares possuem bens superiores a R$ 2 milhões, enquanto os outros cinco candidatos registram valores abaixo de R$ 1 milhão. Entre os principais itens informados nas candidaturas constam casas, apartamentos e investimentos em sociedade.

Lista completa de bens dos parlamentares

A relação completa dos deputados federais eleitos no DF, disposta do maior para o menor patrimônio declarado, apresenta os seguintes valores:

* Izalci Lucas (PL) : R$ 10.445.325,29 * Alberto Fraga (PL) : R$ 4.957.414,04 * Rafael Prudente (MDB) : R$ 2.480.302,00 * Reginaldo Veras (PV) : R$ 912.909,07 * Agnelo Queiroz (PT) : R$ 744.784,32 * Thiago Manzoni (PL) : R$ 496.223,54 * Julio Cesar (Republicanos) : R$ 338.905,43 * Fábio Felix (PSol) : R$ 204.975,60

Regras e obrigações da declaração de bens

A apresentação da declaração de bens é uma exigência obrigatória da Lei das Eleições no momento do registro da candidatura. Agentes públicos que já ocupam cargos eletivos também devem atualizar essa documentação anualmente e no momento em que deixam as funções.

Caso o candidato omita o envio do documento e não regularize a pendência após intimação da Justiça Eleitoral, o registro da candidatura pode ser indeferido. Além disso, a omissão dolosa de bens ou valores incompatíveis com a renda pode embasar investigações do Ministério Público Eleitoral (MPE), gerando ações por abuso de poder econômico, cassação de diploma ou mandato, além de processos por improbidade administrativa.

Diferente do presidente da República, do governador e dos deputados distritais, a posse dos novos deputados federais do DF na Câmara dos Deputados está marcada para o dia 1º de fevereiro de 2027.

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