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Hospital Unimed Volta Redonda realiza terceira captação de órgãos

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Hospital Unimed Volta Redonda realiza terceira captação de órgãos

Foto: Divulgação

Volta Redonda – Um gesto de solidariedade marcou a manhã desta quarta-feira (4) no Hospital Unimed Volta Redonda. Após a confirmação da morte encefálica de um paciente e a autorização da família, a unidade realizou o terceiro processo de doação de órgãos de sua história. Foram captados coração, rins, fígado, córneas e tecido musculoesquelético, que poderão beneficiar pacientes que aguardam por transplantes.

O procedimento foi conduzido pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), em conjunto com a Central Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro, responsável pela destinação dos órgãos aos pacientes cadastrados na fila de espera.

Ao término da captação, profissionais do hospital se reuniram no chamado corredor de aplausos, uma homenagem ao doador e aos familiares pela decisão de permitir que outras pessoas tenham uma nova oportunidade de vida.

Reconhecido pela realização de transplantes, inclusive com doadores vivos, o Hospital Unimed Volta Redonda também destaca sua atuação nos processos de captação de órgãos.

“Além de sermos referência em transplantes, também atuamos na captação, que é a outra ponta desse cuidado. Temos estrutura e equipe preparadas para conduzir cada etapa com técnica e com o respeito que esse momento pede. Esta família escolheu transformar a perda em esperança para quem espera por um órgão. Com o corredor de aplausos, nossa equipe prestou homenagem ao doador e aos seus familiares”, afirmou o presidente da Unimed Volta Redonda, Dr. Vitório Moscon Puntel.

Importância da doação de órgãos

Um único doador pode salvar e transformar a vida de várias pessoas. No Brasil, a doação de órgãos depende da autorização familiar, mesmo quando a pessoa manifesta em vida o desejo de ser doadora.

Por esse motivo, as autoridades de saúde reforçam a importância de conversar com familiares sobre a intenção de doar órgãos e tecidos. Comunicar esse desejo pode ajudar a família a tomar uma decisão em um momento delicado e permitir que outras pessoas tenham uma nova chance de vida.

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