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Lucas Lucco enfrenta processo milionário por quebra de contrato

Investidor cobra na Justiça quase R$ 1,5 milhão após alegar inadimplência em projetos musicais do cantor.

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Lucas Lucco é alvo de processo de R$ 1,4 milhão por quebra de contrato

O cantor Lucas Lucco e sua empresa, a Lucas Lucco Produções LTDA, tornaram-se alvos de uma ação judicial milionária protocolada no dia 21 de outubro. O processo envolve acusações graves de inadimplência e quebra de contrato relacionadas a aportes financeiros feitos em projetos musicais do artista.

Detalhes do acordo firmado em 2022 A demanda judicial foi iniciada por Rafael Machado Simões Pires. De acordo com os autos, o autor firmou um contrato de investimento em produções artísticas com os réus em 2022, injetando a quantia de R$ 1.547.828,00 no projeto.

Destino do capital investido O montante repassado deveria ser aplicado exclusivamente na divulgação e promoção dos álbuns “Rolê Diferenciado” e “777”, lançados pelo músico.

Cobrança de royalties e prazos O trato financeiro previa a restituição integral do capital investido, além de uma remuneração calculada sobre o crescimento das receitas de royalties. O documento também estipulava prazos rígidos para que todas as obrigações fossem cumpridas pelos réus.

Acusações de repasses parciais Conforme relatado na ação, o cronograma de pagamentos e a restituição do investimento teriam sido descumpridos. Rafael apontou que foram realizados apenas repasses parciais que somam aproximadamente R$ 1,162 milhão, restando pendente a quitação da remuneração dos royalties.

Tentativa de acordo sem sucesso Antes de acionar o poder judiciário, o investidor tentou resolver o impasse de forma amigável, mas não obteve êxito. Com base em uma memória de cálculo anexada ao processo, o valor cobrado atualmente é de R$ 1.478.663,90, montante que engloba parcelas em aberto, multas e a remuneração mínima assegurada.

Pedidos de urgência e bloqueio de bens Diante da situação, a defesa do autor solicitou em caráter de urgência o arresto cautelar, visando o bloqueio de bens e ativos dos réus para assegurar a futura quitação do débito.

Medidas constritivas solicitadas No mérito, foi requerido que os réus realizem o pagamento voluntário da dívida atualizada no prazo de três dias. Caso isso não ocorra, foram pedidas medidas como penhora de imóveis, veículos, quotas sociais, negativação de nomes e bloqueio de ativos financeiros.

Patrimônio e novos processos O autor argumenta que o cantor possui múltiplos negócios, contratos publicitários rentáveis e recebe cachês expressivos, justificando as medidas para evitar o esvaziamento patrimonial. A defesa ainda pontuou que o artista e sua empresa enfrentam outras demandas de cobrança na Justiça.

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