–:–:–
Conecte-se conosco

Irã ordena resposta sem limites geográficos a ameaças

Aiatolá Mojtaba Khamenei exigiu atualização de alvos militares dos EUA e de Israel durante encontro com a cúpula das Forças Armadas.

2 visualizações
Líder supremo do Irã ordena resposta ‘sem restrições geográficas’ em caso de ameaças

O aiatolá Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã, ordenou que qualquer tipo de investida hostil contra a nação sofra uma retaliação “imediata, de alto impacto e sem restrições geográficas”. A determinação foi comunicada diretamente aos principais comandantes das Forças Armadas da República Islâmica.

Atualização de alvos estratégicos Como parte da nova diretriz, o líder iraniano exigiu uma reformulação completa no banco de dados de alvos estratégicos. O objetivo é colocar tanto os ativos físicos quanto os não físicos de Israel e dos Estados Unidos sob o alcance direto das forças do país persa.

Reação e encerramento de conflitos Em nota veiculada no último sábado, 31, por meio do Telegram, o aiatolá pontuou que, na hipótese de novas ofensivas militares ou atos terroristas por parte de rivais, caberá unicamente ao povo e aos militares iranianos definir o instante e as regras para o término das hostilidades. Khamenei ainda enfatizou a necessidade de priorizar a evolução tecnológica, aprimorar a inteligência militar e consolidar a doutrina de defesa.

Parcerias regionais e prontidão militar Durante o encontro com a liderança militar, o chefe do Estado-Maior Conjunto, major-general Abdollahi, o comandante do Exército, major-general Hatami, e o comandante da Guarda Revolucionária (IRGC), major-general Vahidi, apresentaram relatórios sobre a situação de segurança.

Os oficiais atestaram a capacidade máxima de alerta nas fronteiras terrestres, nas costas do Golfo Pérsico, no Mar de Omã e no Estreito de Ormuz, além de registrarem avanços na fabricação de armamentos e munições. Por fim, o líder do país atribuiu papel central à cooperação da “Frente de Resistência” regional e à “unidade dos domínios operacionais” para redesenhar a arquitetura política e de segurança da Ásia Ocidental.

Mais em Internacional

Ver tudo →