O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Leandro Grass (PT) anunciou a intenção de reformular o modelo econômico local durante programa eleitoral transmitido no rádio. A estratégia central é capacitar gratuitamente a juventude para atuar no setor de inovação e tecnologia.
Incentivo fiscal e polos tecnológicos regionais
A meta do projeto é converter a capital federal em um centro de referência tecnológica. Para isso, o plano prevê atrair companhias, laboratórios e startups não apenas para o Plano Piloto, mas espalhando a iniciativa por todas as regiões administrativas do Distrito Federal. A proposta engloba ainda a criação e validação de soluções para tornar o DF um exportador relevante de tecnologia.
“Chegou a hora de mudar o nosso modelo econômico para fortalecer quem empreende, gerando mais empregos e com bons salários. É hora de colocar a nossa cidade no futuro, transformando o DF na capital da tecnologia. Não é sonho, é o futuro começando agora”, disse Grass.
Geração de postos de trabalho e capacitação
A projeção da campanha é abrir cerca de 100 mil novas vagas de trabalho no intervalo de quatro anos, abrangendo funções como programadores, engenheiros e designers, o que aproximaria os empregos das residências dos cidadãos.
“Isso vai gerar milhares de empregos perto de casa, especialmente para os jovens. Os jovens terão formação gratuita para entrar no mercado da tecnologia. Serão milhares de programadores, analistas, designers, administradores, professores, engenheiros, pesquisadores, entre muitas outras profissões e atividades. Em 4 anos serão cerca de 100 mil novos empregos e Brasília será um exemplo de inovação para o mundo”, acrescentou Grass.
Críticas ao cenário de desemprego local
Durante a sabatina, o candidato também direcionou críticas à administração da governadora Celina Leão (PP) e do antecessor Ibaneis Rocha (MDB), apontando estatísticas negativas do mercado de trabalho brasiliense em comparação ao restante do país.
“Este ano, o DF segue acima da média do Brasil e tem a pior colocação no Centro-Oeste, apesar de ter saído do pódio nacional. O DF segue isolado com a maior taxa de desemprego da região, enquanto Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso apresentam índices entre 2,2% e 3,8%”, afirmou Grass.








