Autoridades do Tennessee, nos Estados Unidos, se manifestaram contra o pedido de Christa Pike para ser transferida para uma unidade prisional de baixa segurança após a tentativa malsucedida de execução. Em documentos apresentados à Justiça federal, procuradores estaduais questionaram a solicitação e afirmaram que a condenada não pode escolher onde ficará detida, segundo informações do New York Post.
A manifestação foi uma resposta a uma petição de emergência apresentada pela equipe jurídica de Pike em 30 de outubro. Na ocasião, os advogados pediram que ela fosse retirada do isolamento e transferida para uma ala de baixa segurança, onde pudesse conviver com outras detentas.
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Os representantes do estado, porém, argumentaram que a presidiária representa um risco para a segurança da unidade. “Ela acha que sabe mais do que seus profissionais de saúde e das autoridades sobre como atender às suas necessidades médicas, mantendo-a segura”, afirmaram nos documentos.
Christa foi condenada pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, em 1995. (Foto: Reprodução / Inside Edition; WSMV 4 Nashville)Os procuradores também citaram o histórico de Pike dentro da prisão para justificar a oposição ao pedido. “Ela já tentou assassinar outra detenta e foi punida por uma tentativa de fuga. Portanto, não pode escolher a dedo onde ficará alojada”, escreveram.
Segundo eles, detentas de segurança máxima não poderiam circular livremente por uma unidade que compararam com uma “casa de repouso”.
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A defesa, por sua vez, afirma que Pike perdeu os privilégios de socializar e permanecer perto de outras mulheres após a tentativa de execução. No pedido protocolado em 30 de outubro, os advogados também relataram que ela ainda enfrenta queimaduras graves, danos nos nervos e ferimentos dolorosos decorrentes do procedimento.
Pike teria matado Colleen Slemmer por ciúmes do namorado. (Foto: Reprodução / Inside Edition)[anuncio]
Condenação de Christa Pike
Christa Pike foi condenada pelo assassinato brutal de Colleen Slemmer, sua colega de faculdade, ocorrido em 1995. Em 30 de setembro, ela sobreviveu a uma tentativa de execução por injeção letal. De acordo com o relato apresentado, após reclamar de uma dor no braço, Pike perdeu a consciência e só voltou a acordar dias depois, já na unidade de terapia intensiva (UTI).








