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Leandro Grass defende liberdade religiosa em ato na Esplanada

Candidato ao governo do DF participou de celebração pelo dia de Nossa Senhora Aparecida e comentou cenário eleitoral.

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"O povo cristão é livre e soberano", diz Grass em celebração na Esplanada

O candidato ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass (PT), participou nesta segunda-feira (12/10) do encerramento das festividades em honra a Nossa Senhora Aparecida, na Esplanada dos Ministérios. O evento, que contou com a presença do Frei Gilson, foi palco para o político refletir sobre o papel da fé na sociedade e a autonomia dos eleitores.

Reflexões sobre a fé e o exercício político

Durante o evento, o postulante ao GDF destacou a relevância da data para a união dos fiéis. “São momentos muito importantes para a comunidade católica de Brasília, um momento de encontro, de integração, para a gente fortalecer a nossa fé, pedir pedir proteção, pedir as bênçãos, fazer com que a gente também caminhe na direção certa, de acolher o outro, cuidar dos pobres, cuidar dos necessitados, porque o cristianismo é isso”, avaliou.

Ao abordar a atual divisão política no país, Grass buscou inspiração nas diretrizes do pontífice católico. “Ele dizia que a política é um ato de amor e de caridade. A política tem que servir às pessoas, e não se servir das pessoas”, pontuou.

Autonomia do eleitor e liberdade religiosa

O candidato enfatizou a independência das instituições religiosas em relação a legendas partidárias ou figuras públicas. Para ele, o discernimento deve ser pautado pela consciência individual. “O povo cristão, e não cristão também, é livre e soberano. Não pode ser dominado nem orientado por qualquer vertente política. E cada cidadão, cada cristão, cada pessoa, tem que fazer a sua escolha livre, consciente, baseada nos valores da sua vida, da sua fé, daquilo que cultiva, e de maneira prática, e não apenas abstrata”, comentou.

Perspectivas sobre a reta final da campanha

Além das pautas religiosas, Grass aproveitou a ocasião para comentar os números recentes das pesquisas eleitorais, mantendo um tom de otimismo em relação ao pleito. Questionado sobre os levantamentos, o candidato desmereceu as sondagens estatísticas em favor do voto direto. “Se as pesquisas do primeiro turno estivessem certas, eu não estaria aqui na condição de candidato. Portanto, a verdadeira pesquisa é no dia 25 de outubro, que é o povo na urna, o ‘DataPovo’. Essa é a pesquisa para valer”, cravou.

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