A campanha de Ciro Gomes (PSDB) apresentou, nesta quarta-feira (14/10), uma representação na Justiça Eleitoral com o objetivo de anular a chapa do governador reeleito do Ceará, Elmano de Freitas (PT). O grupo político do tucano também exige a convocação de um novo pleito no território cearense.
Contexto da eleição no Ceará Na disputa recente, o candidato petista garantiu a vitória ainda no primeiro turno ao somar 2.875.573 votos, o que representa 53,19% dos sufrágios válidos. Com esse resultado, o Partido dos Trabalhadores assegura a continuidade no comando estadual, mantendo no poder o grupo que administra a região desde 2007, época em que Cid Gomes (PSB), irmão de Ciro, assumiu o Executivo.
Alegações da defesa O recurso contra a chapa vitoriosa foi formalizado pelos advogados Hélio Parente e André Xerez, representantes oficiais da candidatura tucana. De acordo com a defesa, existem indícios de abuso de poder fundamentados em deliberações do Supremo Tribunal Federal (STF), as quais teriam provocado um desequilíbrio no cenário da campanha. Os juristas apontam episódios envolvendo direito de resposta e a transmissão de inserções da propaganda política no rádio e na televisão.
“A ação pede basicamente a cassação da chapa adversária e a realização de novas eleições”, afirmou Xerez.
Trajetória dos gestores Atualmente, Elmano chefia o governo estadual desde janeiro de 2023, tendo Jade Romero como vice-governadora. No pleito deste ano, o representante do PT buscou a recondução ao cargo tendo Gabriella Aguiar (PSD), ex-vice-prefeita de Fortaleza, como companheira de chapa, em um contexto marcado pelo retorno de Ciro Gomes à disputa pelo governo cearense.








