Jovem que morreu ao cair do 7º andar de hotel é sepultada no Pará
A jovem e o namorado estavam em São Luís desde 28 de outubro para participar de um campeonato de pôquer disputado por ele
O corpo da paraense Renata Rebeca Negrão Saldanha dos Santos, de 26 anos foi encaminhado ao Pará e será sepultado na Grande Belém, na tarde desta quinta-feira (5/11). A jovem morreu após cair do sétimo andar de um hotel em São Luís, no Maranhão, na madrugada de terça (3/11).
Renata foi velada em Ananindeua, região metropolitana do Pará, na casa onde viveu a infância e adolescência. O corpo dela chegou ao município nessa quarta, para ser sepultado nesta quinta.
No informativo do enterro, é comunicado que a cerimônia ocorre a partir de 12/13 horas, na Toca do Alan, na rua perpétuo socorro 34, do bairro do Coqueiro, em Ananindeua. No aviso do funeral, a família ainda lamenta a perda de Renata e a homenageia.
“Uma pessoa especial, que deixou boas lembranças, amor e um legado de carinho em todos que tiveram o privilégio de conhecê-la. Que Deus conforte o coração de seus familiares e amigos neste momento tão difícil”, diz o informativo.
O corpo de Renata foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) no início da tarde dessa terça. Ela e o namorado estavam em São Luís desde 28 de outubro para participar de um campeonato de pôquer disputado por ele.
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do Metrópoles
O retorno ao Pará estava previsto para esta terça-feira (4/11), dia do acidente.
Entenda
Renata morreu após cair do 7º andar de um hotel em São Luís (MA), na madrugada desta terça-feira (3/11).Imagens de câmeras de segurança flagraram os últimos momentos. Veja:
O vídeo mostra Renata e o namorado caminhando pelo corredor do hotel. Em determinado momento, o jovem se encosta na parede e parte da janela se abre.
Momentos antes, o casal procurava a chave do quarto. Renata decidiu se sentar no batente da janela do corredor. Ao apoiar as costas em uma estrutura de alumínio, a peça cedeu e provocou a queda.
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Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Após a queda, o namorado ficou parado por alguns segundos, até ser abordado por um funcionário do estabelecimento.
O caso é investigado como morte acidental.








