Dia do Inventor: conheça museu em SP que reúne ideias criativas e inéditas.
Com cerca de 300 projetos mirabolantes no acervo, a “Inventolândia” incentiva soluções inovadoras para problemas do cotidiano
São Paulo – Um alarme que identifica quando uma criança cai na piscina, um carrinho de bebê que balança automaticamente e um tênis que gera energia a cada passo são apenas alguns exemplos de ideias expostas no Museu das Invenções, na zona oeste de São Paulo. Criado para incentivar a criatividade do público, a “Inventolândia” ganha um significado especial nesta quarta-feira (4/11), quando é celebrado o Dia do Inventor, e mostra que projetos ousados podem resultar em soluções inéditas para o cotidiano.
Mantido pela Associação Nacional dos Inventores (ANI), o museu reúne cerca de 300 ideias expostas no acervo. Algumas têm caráter mais lúdico e buscam atrair a atenção e despertar o interesse do público, principalmente das crianças.
É o caso, por exemplo, do boné com um sistema de tubos para tirar cisco dos olhos, ou da pantufa com cerdas para varrer a casa (veja mais a seguir), criadas pelo japonês Kenji Kawakami.
Outras invenções, no entanto, oferecem soluções inovadoras para problemas do dia a dia, como os abridores portáteis de sachês, a pulseira repelente de mosquitos e o alarme inteligente para piscinas.
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do Metrópoles SP
“A criança acaba caindo na piscina e é um acidente silencioso, então o inventor Hélio Costa criou um sistema de alarme sonoro que vai avisar o responsável quando uma criança ou até um animal cair na piscina”, explica a diretora da ANI, Daniela Mazzei.
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O museu foi inaugurado em 1996 pelo presidente da ANI, Carlos Mazzei. Além de manter o acervo, ele projetou a associação para realizar um trabalho de assessoria e apoiar os inventores a viabilizar ideias. O trabalho da ANI inclui a avaliação dos projetos, o registro de patente no Brasil e no exterior, o desenvolvimento do protótipo e do plano de negócios, além do contato com empresas e investidores até que o produto chegue ao mercado.
“Valorizem as suas ideias”, aconselha Daniela. “Muitas pessoas chegam aqui com histórias de que tiveram uma ideia há anos atrás, não a valorizaram e, depois de um certo tempo, viram aquele produto no mercado sendo lançado por outra pessoa ou por outra empresa. Então, o primeiro passo é acreditar na sua ideia e buscar as informações necessárias”, conclui.
























