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Justiça nega habeas corpus e mantém goleiro Bruno no regime fechado

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Justiça nega habeas corpus e mantém goleiro Bruno no regime fechado
Brasil

Justiça nega habeas corpus e mantém goleiro Bruno no regime fechado

Goleiro Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pelo TJRJ, após descumprir regras da impostas pela Justiça

José Augusto Limão
28/10/2026 16:41, atualizado 28/10/2026 17:33
Reprodução/Redes sociais

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) negou, nessa terça-feira (27/10), o habeas corpus da defesa do goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, em 2013, que pedia que o ex-jogador voltasse a cumprir a pena no regime de livramento condicional.

“Analisando a documentação juntada pela Defesa, não é possível constatar ilegalidade flagrante, ressaltando-se que cabe ao Juízo da Execução Penal realizar os cálculos relativos à interrupção, com base em todos os incidentes ocorridos durante o cumprimento da pena”, diz decisão.

Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, após descumprir regras da liberdade condicional. Ele saiu do Rio sem autorização da Justiça.

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Prisão

Bruno Fernandes foi preso em 8 de maio, no Rio de Janeiro, após passar dois meses foragido. De acordo com a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a prisão ocorreu em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.

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Goleiro Bruno
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Goleiro Bruno

Reprodução/Instagram

Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, foi preso na manhã de sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após dois meses foragido
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Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, foi preso na manhã de sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após dois meses foragido

Renata Caldeira/TJMG

O goleiro estava atuando pelo time Vasco-Acre
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O goleiro estava atuando pelo time Vasco-Acre

Reprodução / Instagram @advascoacre

O ex-Flamengo foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio de Eliza Samudio, modelo e mãe do filho do ex-atleta Rubro-Negro.
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O ex-Flamengo foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio de Eliza Samudio, modelo e mãe do filho do ex-atleta Rubro-Negro.

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 O atleta deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.
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O atleta deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.

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Segundo a Vara de Execuções Penais, em 15 de fevereiro, o goleiro viajou para o Acre, sem autorização judicial, para jogar pelo Vasco-AC, e não retornou ao regime semiaberto quando determinado pela Justiça.

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) argumentou, ainda, que Bruno deixou de atualizar o endereço por três anos; não respeitou horários de recolhimento; frequentou locais proibidos, como um jogo do Flamengo, ex-clube dele, no Maracanã, em fevereiro; e fez outras viagens sem autorização judicial.

O jogador foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2013.

Em 2019, Bruno teve progressão para o regime semiaberto e em janeiro de 2023 conseguiu a liberdade condicional.

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