A influência de The Legend of Zelda na indústria é inegável desde sua estreia em 1986, inspirando gerações de desenvolvedores. Se você deseja vivenciar experiências similares à jornada de Link, mas não possui um console da Nintendo, saiba que existem excelentes alternativas disponíveis para PC, PlayStation, Xbox e mobile.
Jogos que seguem a fórmula de Zelda
Genshin Impact é um RPG de ação free-to-play desenvolvido pela chinesa miHoYo e lançado em 2020. O jogo tem claras referências a The Legend of Zelda: Breath of the Wild do Nintendo Switch e é tido como um dos títulos mais próximos da fórmula “breath-like”. Ele replica sistemas de escalada, planador e o visual em cel-shading.
Sable, por sua vez, foca na exploração não linear e no uso de planadores, ignorando o combate tradicional para priorizar a descoberta de ruínas e puzzles. Já Hyper Light Drifter, da Heart Machine, é descrito como uma combinação entre The Legend of Zelda: A Link to the Past e Diablo, unindo pixel art com RPG de ação.
Aventura e exploração em outros mundos
Minit traz uma mecânica curiosa: o jogador deve avançar entre checkpoints em ciclos de 60 segundos, o que torna a aventura um exercício de tentativa e erro com estética minimalista. Para quem busca uma homenagem direta aos clássicos 2D, Blossom Tales: The Sleeping King é a escolha ideal, mimetizando a progressão por itens-chave e o design de dungeons da era 16-bits.
Em uma escala 3D, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm entrega uma estrutura semiaberta com temática náutica, enquanto Death’s Door se destaca pelo combate dinâmico e foco em enigmas, capturando a essência das aventuras clássicas mesmo com uma identidade visual própria.
Títulos de destaque para fãs da série
Star Overdrive oferece um mundo aberto com grande liberdade, onde santuários são substituídos por minas antigas e a progressão é guiada pela busca de recursos e poderes. No segmento AAA, Immortals Fenyx Rising utiliza a mitologia grega e uma estrutura de mundo aberto que muitos jogadores criticaram por se aproximar de Breath of the Wild em sua estrutura de gameplay e por não inovar em relação ao que foi proposto pela Nintendo.
Por fim, Tunic é uma das experiências mais marcantes da atualidade. O jogo não apenas emula as mecânicas da série, mas busca resgatar a sensação de descobrir um jogo nos anos 80, utilizando um manual em língua indecifrável. É uma obra que exige paciência e traz uma sensação inegável de The Legend of Zelda na ponta dos analógicos.
Independentemente da plataforma, o mercado atual oferece opções variadas para quem deseja se aventurar por reinos fantásticos, resolver mistérios ancestrais e sentir a progressão heroica que tornou a saga de Link um marco na história dos videogames.








