O candidato ao Governo do Distrito Federal, Leandro Grass (PT), utilizou o último dia de campanha do segundo turno para reforçar compromissos com Planaltina. Durante uma carreata realizada neste sábado (24/10), que também percorreu Sobradinho, o postulante destacou a necessidade de implementar políticas de fortalecimento para a produção rural e medidas eficazes de proteção às nascentes e recursos hídricos da região.
Prioridades para a gestão em Planaltina
Além do foco no campo, o plano de governo apresentado pelo petista para a cidade contempla a regularização fundiária, o investimento em infraestrutura escolar e a reforma da rede hospitalar local. Ao detalhar as demandas da região, o candidato criticou o estado atual das instalações públicas. “Planaltina é uma cidade maravilhosa, com uma área rural gigante e forte. Precisamos fortalecer a preservação das nascentes e da água. Mas aqui também falta regularização fundiária, escolas e Saúde. O hospital está caindo aos pedaços”, declarou o candidato.
Análise do cenário no Distrito Federal
Para Grass, as carências observadas em Planaltina refletem um cenário de desassistência que se repete em outras áreas administrativas, como Gama, Santa Maria, São Sebastião e Ceilândia. O candidato aponta que a prestação de serviços básicos pelo governo atual tem sido insuficiente para atender às necessidades da população dessas localidades.
Otimismo na reta final
A poucos dias da votação, marcada para este domingo (25/10), o candidato demonstrou confiança na virada eleitoral. Segundo ele, a força de sua campanha reside na adesão orgânica dos eleitores e na mobilização popular, dispensando grandes estruturas de propaganda tradicional. “A expectativa é a melhor, porque a gente fez uma campanha nas ruas, com o povo.”
Mobilização política e apoio
O deputado distrital Max Maciel (PSol), presente na carreata ao lado de Grass e do deputado distrital Chico Vigilante (PT), ressaltou o engajamento dos apoiadores nesta etapa decisiva. Para ele, a disposição dos eleitores em ir às ruas reflete a consciência sobre o impacto das políticas públicas de saúde e assistência social. “A militância acordou e entendeu a importância do que está em risco”, declarou. Sobre o engajamento dos voluntários, Max completou: “Essa mobilização é porque cada um aqui sabe da importância que está em jogo. Um Brasil de soberania e respeito”, afirmou.








