Novas evidências digitais recuperadas pela Polícia Federal forçaram a Procuradoria-Geral da República a endurecer as acusações contra Nailze Ribeiro, investigada pelos atos golpistas de 8 de janeiro.
O material encontrado no aparelho
Embora Nailze Ribeiro tenha negado formalmente, por meio de uma carta, ter invadido as instalações públicas durante os protestos radicais, o conteúdo extraído de seu telefone celular contou uma história totalmente diferente para os investigadores.
Entre os arquivos recuperados pelos peritos, constam gravações em vídeo feitas diretamente do interior do Senado Federal, o que comprova a presença da investigada nas dependências invadidas da Praça dos Três Poderes.
A reação da defesa e os próximos passos
Diante do material comprobatório obtido nas diligências da corporação policial, a acusação formal foi ampliada pelo órgão ministerial para refletir a nova extensão da conduta atribuída à envolvida.
O caso segue sob análise das autoridades competentes, que continuam mapeando a participação de civis nos desdobramentos dos ataques ocorridos na capital federal.







