O advogado e empresário Willer Tomaz virou alvo de comentários nos corredores da capital federal após ganhar um novo apelido que remete a um dos maiores escândalos políticos da história do país.
Comparação histórica nos bastidores Nos círculos políticos de Brasília, o profissional passou a ser comparado a Paulo César Farias, o PC Farias, famoso por sua atuação como operador financeiro do ex-presidente Fernando Collor de Mello na década de 1990. A associação surge enquanto a Polícia Federal aprofunda apurações sobre o mercado de apostas on-line e eventuais esquemas de lavagem de dinheiro.
Investigações da Polícia Federal As autoridades federais analisam transações financeiras vultosas e suspeitas de envolvimento com fraudes ligadas ao Instituto Nacional do Seguro Social, especificamente no que diz respeito a descontos incorretos em benefícios de aposentados e pensionistas. As diligências também buscam esclarecer possíveis elos entre essas operações e figuras com atuação na política nacional.
Conexões políticas e defesa Além das atuais apurações, o jurista já havia chamado atenção pública devido à sua proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Relatórios da corporação policial apontam contatos comerciais, registros de viagens e conexões financeiras entre ambos.
Tanto o parlamentar quanto o operador jurídico rechaçam a existência de qualquer ilicitude em suas condutas. O senador afirma que mantém uma relação de amizade com o advogado.








