CNU em 2027 dependerá do Orçamento, afirma Ministério da Gestão e Inovação
De acordo com o Ministério da Gestão e Inovação, ainda é preciso aguardar a aprovação do Orçamento para o próximo ano
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) informou que uma próxima edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) dependerá da aprovação do Orçamento de 2027 encaminhado ao Congresso Nacional.
De acordo com a pasta, o objetivo do governo é continuar assegurando a renovação do quadro de servidores federais.
“Sobre uma nova edição do CPNU ainda em 2027, será necessário aguardar a aprovação da Lei Orçamentária, mas é certo que o MGI seguirá dando continuidade ao esforço de renovação dos quadros do serviço público federal e à estratégia de manter os órgãos adequadamente estruturados para atender à população”, afirmou em nota.
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Na segunda edição do certame, em 2025, foram ofertadas 3.352 vagas em 35 órgãos e institutos federais. Na primeira edição, no entanto, foram abertas 6.640 vagas.
“Dessa forma, a ideia é que o CPNU se consolide como um processo permanente de seleção de servidores, com edições realizadas em ciclos regulares, idealmente a cada dois anos, de forma a garantir planejamento, recomposição gradual da força de trabalho e maior previsibilidade para os candidatos e para os órgãos públicos. O modelo despertou interesse de estados e municípios, o que abre a possibilidade de utilizar a experiência acumulada pelo governo federal na realização de concursos públicos em larga escala e trabalhar em parceria com entes federados”.
O Metrópoles mostrou que o governo federal separou R$ 2,5 bilhões para a contratação de novos servidores em 2027, segundo consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), encaminhado ao Congresso em agosto.
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do Metrópoles
O PLOA tem caráter autorizativo, ou seja, cabe aos órgãos verificar a necessidade de abertura de vagas e o preenchimento dos cargos previstos no texto não é obrigatório.
Ao todo, foram autorizadas 32 mil novas vagas para provimento no Executivo Federal, sendo que 19,4 mil estão no âmbito da Educação.
O projeto também prevê a criação de 4.704 vagas nos poderes. O texto ainda precisa passar pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso e pode sofrer alterações.








