O número de vítimas fatais do atentado a tiros ocorrido em uma igreja na Jordânia subiu para oito neste sábado (24), após o falecimento de uma das pessoas que estava internada em estado crítico. A informação foi confirmada à AFP pelo ministro da Saúde, Ibrahim Al Bdour. A agressão aconteceu na sexta-feira (23), na aldeia de Hammud, localizada na província de Karak.
Contexto da tragédia e investigações De acordo com os dados divulgados pelas autoridades locais, o ataque atingiu uma igreja greco-ortodoxa no momento em que ocorria um cortejo fúnebre. O velório reunia entre 150 e 200 participantes quando os criminosos invadiram o local e dispararam contra a multidão.
O ministro do Interior, Mazen Al Faraya, classificou o episódio como um ato incomum na nação de maioria muçulmana sunita e apontou a autoria a “um grupo de extremistas”.
Reação oficial do governo jordaniano Diante da gravidade da ocorrência, o primeiro-ministro Jafar Hassan determinou luto oficial de três dias no país, fazendo com que os prédios públicos e órgãos estatais mantenham as bandeiras a meio-mastro.
Enquanto as equipes de segurança seguem em diligências para capturar os responsáveis, o monarca Abdullah II esteve no hospital para acompanhar a situação dos feridos e utilizou as redes sociais para endurecer o tom contra os criminosos.
O atentado também deixou dezenas de feridos, sendo que 26 pacientes permanecem sob cuidados médicos em unidades de saúde da região, incluindo um caso considerado grave pelas equipes de atendimento.








