As forças militares de Israel realizaram uma operação na Cisjordânia que resultou na morte de dois suspeitos de planejar um atentado e deixou cinco pessoas feridas, sendo duas em estado grave, próximo à cidade de Hebron.
Contexto político e segurança O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que a ação evitou uma tragédia de grandes proporções dias antes das eleições legislativas no país, agendadas para a próxima terça-feira (27).
“Tudo indica que terroristas do Hamas estavam planejando um grande ataque com o objetivo de assassinar civis inocentes, como demonstram as grandes quantidades de armas e munições encontradas. Nossos bravos soldados frustraram esse ataque com coragem e determinação. Elogio a atuação deles e desejo uma rápida recuperação aos nossos feridos“, declarou Netanyahu.
Arsenal e atendimento médico De acordo com os serviços de emergência, os cinco feridos foram rapidamente transferidos para hospitais israelenses logo após o confronto armado no entroncamento de Yehuda.
Durante as varreduras, o Exército localizou fuzis M16, submetralhadoras e quatro artefatos explosivos, além de realizar vistorias nas residências dos envolvidos.
Bloqueio na região Como desdobramento do episódio, o gabinete do governo determinou o isolamento militar da área de Hebron e ordenou preparativos para o fechamento total da Cisjordânia.
O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, esteve presente na cena do tiroteio e aproveitou para pedir o fim da Autoridade Palestina.
A escalada de segurança acontece a poucos dias da votação decisiva para a permanência de Netanyahu no poder, intensificando a tensão nos territórios palestinos.








