O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF), Leandro Grass (PT), apresentou nesta terça-feira (20/10) um plano de expansão para a rede de transporte sobre trilhos. Durante sabatina realizada na TV Record, o postulante ao Executivo local prometeu ampliar o horário de operação do Metrô-DF até o período da madrugada, visando atender trabalhadores e estudantes que utilizam o serviço no turno noturno.
Ampliação da malha ferroviária e modernização
Além do aumento na circulação dos trens, o plano de governo de Grass inclui a modernização da infraestrutura atual, o que contempla a aquisição de novos vagões e reformas nas estações. O candidato também detalhou projetos de expansão para regiões administrativas carentes de conexão direta com o sistema ferroviário, como Planaltina, Arapoanga, Vale do Amanhecer e Sobradinho I e II.
“A gente vai implementar novos modelos na região Norte, em Arapoanga, Planaltina, Vale do Amanhecer e toda aquela área, assim como Sobradinho I e II. Nós vamos levar o trilho para lá. Vai durar 4 anos essa obra? Talvez até um pouquinho mais, mas, enquanto isso, a gente irá liberar o corredor exclusivo para os ônibus e o BRT [na região]”, disse Grass.
Impacto na mobilidade e economia
Para o candidato, a alteração no funcionamento do transporte público é uma medida estratégica para o desenvolvimento do Distrito Federal. Ele defende que a integração entre metrô e linhas de ônibus no período noturno será um pilar para o crescimento econômico da capital.
“As linhas de ônibus também serão ampliadas à madrugada. Isso é fundamental para a cidade melhorar, assim como a economia, para que a gente possa gerar mais emprego, mais renda e dar mais segurança à população”, acrescentou. Segundo Grass, a mudança “é fundamental para a cidade melhorar”.
Cobrança por debates no segundo turno
O cenário eleitoral também foi tema da entrevista, com Grass reforçando o convite para que a adversária, Celina Leão, participe de debates. O petista argumentou que o confronto de ideias é um direito do eleitorado e relembrou o histórico de outros governadores.
“Roriz, Cristovão, Agnelo, Arruda, todos eles participaram. Até o Ibaneis, que era governador da Celina, foi ao debate do segundo turno. Ela não quer debater comigo. Celina, vamos para o debate. A população merece isso e tem o direito [disso]”, ressaltou.
Ao justificar a ausência em debates, a candidata Celina Leão alegou que, em ocasiões anteriores, foi interrompida e que, caso ocorresse um novo embate, teria que “fazer um registro de ocorrência” contra seu oponente.








