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Agressor do metrô é investigado por ameaças de morte a mulher

Justiça de São Paulo concedeu medida protetiva contra Diogo Freire Estevão após relatos de perseguição e menção ao uso de armas de fogo.

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Homem que agrediu mulher no metrô é acusado de ameaçar matar outra mulher

Diogo Freire Estevão, o homem filmado desferindo socos contra uma passageira no metrô de São Paulo no último domingo (18/10), é alvo de uma investigação por um caso anterior de violência e ameaça contra outra mulher. O Tribunal de Justiça de São Paulo estabeleceu uma medida protetiva contra ele no dia 12 de outubro.

Histórico de ameaças e perseguição

O processo judicial detalha que o conflito teve início após uma discussão entre a vítima e Lêda Teixeira Freire, esposa de Diogo, em um supermercado localizado em Vargem Grande Paulista. O desentendimento, motivado por um convite de café, evoluiu para uma agressão física entre as duas mulheres.

Posteriormente, a vítima passou a relatar ligações intimidadoras feitas por Diogo. Conforme consta na sentença, o agressor teria afirmado que a mulher não sabia com quem estava lidando. “Durante a ligação, Diogo informou que se encontrar a declarante nos locais que ela frequenta, ele irá arrebentá-la e matá-la, inclusive, ele fez menção de possuir arma de fogo“, diz a sentença.

Ameaças reiteradas e uso de armamento

O marido da vítima também foi alvo de intimidações. Segundo o depoimento, o acusado teria declarado que gastaria o que fosse necessário para destruir a vida do casal. “Acrescenta que Diogo reiteradamente afirmava possuir uma arma de fogo, bem como dizia que o casal havia tido sorte de não ter sido encontrado por ele, pois, caso os tivesse localizado, teria dado uma bosta, afirmando ainda que ambos estariam mortos”, continua a sentença.

Incidentes em locais públicos

O comportamento agressivo de Diogo teria se repetido em julho deste ano, quando ele compareceu a uma academia em Vargem Grande Paulista durante a madrugada. Na ocasião, proferiu novas ofensas e ameaças de morte, exigindo a intervenção de seguranças e da Polícia Militar. Desde esse episódio, o acusado está proibido de frequentar o estabelecimento.

A decisão judicial atual impõe restrições severas: Diogo Freire Estevão está proibido de manter qualquer tipo de contato com as vítimas, seus familiares e testemunhas. Além disso, ele deve manter distância de locais de trabalho e residências mencionadas nos autos. Procurada para comentar o caso, a defesa de Diogo não retornou os contatos realizados até o momento.

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