A equipe jurídica de Flávio Bolsonaro (PL) protocolou uma notícia-crime na Justiça Eleitoral contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Os advogados exigem a abertura de uma investigação para apurar se o chefe da corporação usou os recursos públicos da instituição “em benefício de partido político” durante o primeiro turno das eleições.
Contexto da denúncia eleitoral No centro da acusação está a entrevista coletiva concedida por Rodrigues em 4 de outubro, data em que os eleitores brasileiros votavam nas urnas.
Conforme a peça jurídica, o diretor-geral declarou na ocasião que a corporação recebeu uma “representação da Advocacia-Geral da União sugerindo a apuração de interferência externa” e mencionou que havia “uma investigação em curso”, mesmo sem a instauração oficial de um inquérito na época.
Arquivamento da apuração preliminar A verificação inicial da PF tratava de uma possível interferência dos Estados Unidos no pleito nacional, acionada por meio de um pedido formal da AGU. Contudo, apenas três dias após o anúncio público, a própria instituição policial decidiu arquivar o procedimento por constatar a ausência de indícios mínimos de ilicitude.
O caso segue sob análise das autoridades eleitorais competentes para determinar se houve desvio de finalidade na conduta do dirigente durante o processo democrático.








