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Senador Cleitinho se defende de críticas após vídeo com Alcolumbre

Governador eleito de Minas Gerais esclarece aproximação nas redes sociais e justifica pedido por votação

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Cleitinho se explica após críticas por vídeo com Alcolumbre: "Não apoiei"

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), eleito governador de Minas Gerais, usou as redes sociais para rebater as críticas que recebeu de eleitores após aparecer em uma gravação ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A polêmica surgiu entre apoiadores ligados ao bolsonarismo, grupo político que o parlamentar apoia na disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Repercussão negativa entre eleitores bolsonaristas A insatisfação do público ficou evidente nos comentários da publicação, onde seguidores questionaram a postura do senador mineiro. Uma eleitora comentou: “Cleitinho, fiquei meio decepcionada com você do lado do presidente do Senado”. Outros internautas manifestaram revolta com mensagens como “Aí é de lascar, hein. Vai gravar com o Moraes também?” e “Pode ter certeza que você decepcionou milhares de pessoas com este vídeo”.

Diálogo institucional e a PEC da escala 6×1 Em resposta a uma seguidora, Cleitinho argumentou que a conversa teve como foco exclusivo destravar a votação da proposta que propõe o fim da escala de trabalho 6×1, pauta que ele defende há três anos. O parlamentar negou qualquer tipo de aliança política com o chefe da Casa Legislativa.

“Eu não votei no Davi e sempre fiz campanha contra, mas ele é o presidente até dezembro. Então, para que meus projetos sejam aprovados, passa por ele”, justificou o senador. Ele ainda reforçou: “O que eu fiz foi pedir para pautar esse projeto que venho lutando tem três anos! Não fiz vídeo elogiando ele ou apoiando ele. O vídeo, além de institucional, é claro: estou pedindo que paute o projeto quarta-feira”.

Divergências políticas e alianças mantidas A controvérsia também evidencia um ponto de atrito entre Cleitinho e Flávio Bolsonaro no que tange ao fim da escala 6×1. Enquanto o futuro governador mineiro pressiona pela votação da PEC, o candidato à presidência rejeita a alteração por essa via, sugerindo um formato de pagamento baseado nas horas reais trabalhadas.

Apesar dessa divergência específica em relação à pauta trabalhista, Cleitinho continua firme no seu apoio declarado à candidatura de Flávio Bolsonaro para o segundo turno da corrida presidencial.

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