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PL culpa Janones por campanha do medo contra Flávio

Estratégia digital no segundo turno das eleições 2026 espalhou boatos sobre corte de benefícios sociais, acusa a coligação

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PL aponta principal articulador da “campanha do medo” contra Flávio

Membros da campanha e aliados do senador Flávio Bolsonaro identificaram o deputado federal eleito André Janones como o grande mentor da estratégia digital focada em espalhar o terror eleitoral contra o parlamentar na disputa do segundo turno presidencial.

O impacto do canal Exército de Lula De acordo com a avaliação da cúpula governista do partido, o parlamentar da Rede comanda a propagação de materiais que tentam vincular a candidatura de Flávio à extinção de conquistas populares e auxílios governamentais.

O avanço nas redes sociais O ponto central dessa mobilização digital é o canal de WhatsApp “Exército de Lula”, criado por Janones para impulsionar a militância petista. Logo após o encerramento do primeiro turno, o espaço teve um salto impressionante de popularidade, saltando de 50 mil participantes para impressionantes 1,8 milhão de seguidores em apenas 48 horas.

As acusações da coligação A equipe jurídica e política do candidato do PL sustenta que o grupo ligado ao adversário espalha desinformação em massa, contando com a adesão de outros cabos eleitorais governistas.

Entre os principais temas falsos mapeados pela campanha estão boatos de que Flávio pretenderia privatizar o SUS, extinguir o Bolsa Família e o 13º salário, além de congelar proventos de aposentadoria e desfinanciar o programa Farmácia Popular.

Outras narrativas propagadas A ofensiva digital também inclui acusações fantasiosas sobre a criação de uma jornada de trabalho extenuante de 16 horas diárias, a imposição de um regime de escala “7×0”, planos para um golpe de Estado com instalação de ditadura e até mesmo uma suposta interferência direta dos Estados Unidos no pleito brasileiro.

Medidas judiciais tomadas Diante da enxurrada de postagens, a coligação do senador formalizou representações perante o Tribunal Superior Eleitoral para tentar barrar a circulação desses materiais e responsabilizar os autores na Justiça.

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