Um ato político realizado no último domingo (11/10) na Avenida Paulista, em São Paulo, acabou gerando um fenômeno inesperado nas redes sociais ao transformar um participante anônimo em um dos assuntos mais comentados da internet.
O sucesso nas redes sociais
O rapaz, que usava uma máscara vermelha e calça de moletom enquanto exibia o corpo musculoso sem camisa, rapidamente conquistou o apelido de “gostoso da Paulista” entre os internautas que acompanhavam a repercussão do evento.
A repercussão do caso ultrapassou o público comum e chamou a atenção de figuras conhecidas do meio artístico, como a atriz Luana Piovani, que comentou: “Para, gente. Isso não é hora de me desestabilizar desse tanto! Minha nossa senhora da juventude ventilante”. A escritora e influenciadora Tati Bernardi também interagiu com o conteúdo ao compartilhar uma imagem do jovem e fazer um convite público: “Oi topa fazer live?”.
Reações e especulações sobre a identidade
Além das declarações das famosas, o visual do manifestante inspirou diversos comentários bem-humorados na web, indo desde piadas sobre programas sociais até sugestões de que ele deveria participar de um reality show rural. “Gostaria de disponibilizar minha casa, minha vida pra ele”, escreveu uma usuária. Outra acrescentou: “Provando que a esquerda é gostosa”.
Entre as investigações virtuais sobre a identidade do rapaz, o nome de Israel Augusto começou a circular com força nas redes sociais. No entanto, apesar da forte repercussão e da identificação feita por internautas, ainda não há uma confirmação oficial e independente de que o perfil apontado pertença realmente ao homem que apareceu nos registros.
Contexto da manifestação
Nos registros que viralizaram nas plataformas digitais, o participante aparece em locais de destaque e com boa visibilidade, como a estrutura de um ponto de ônibus e nas proximidades da estação Trianon-Masp do metrô. Durante a aparição, ele segurava bandeiras que faziam referências à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de bandeiras da Palestina e do PCdoB.
O episódio ocorreu durante a mobilização conhecida como “Marcha pela Democracia”, um ato organizado por estudantes, movimentos sociais, partidos políticos de esquerda e coletivos de fãs. A manifestação reuniu milhares de simpatizantes da reeleição presidencial e ocupou uma das principais vias da capital paulista em um período estratégico da disputa eleitoral.








