A equipe de Luan Santana utilizou as redes sociais e comunicados oficiais neste domingo (11/10) para desmentir rumores de que o cantor teria declarado apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A polêmica surgiu após registros de um show realizado na Arena Mané Garrincha, em Brasília, na noite anterior, mostrarem o artista fazendo um gesto com as mãos interpretado por internautas como um símbolo de campanha eleitoral.
Esclarecimentos sobre o gesto
O movimento em questão, que consiste em formar a letra L com os dedos, foi visto em dois momentos distintos do espetáculo: durante a abertura com efeitos pirotécnicos e em um instante em que o cantor interagia com o público sobre o futuro do Brasil. A assessoria do sertanejo foi enfática ao destacar que o sinal é uma marca registrada de Luan desde o início de sua trajetória musical, servindo apenas como uma alusão ao seu próprio nome.
Posicionamento da equipe
Além de negar qualquer intenção de proselitismo político, os representantes do músico informaram que ele mantém a postura de não se envolver em debates partidários. Para sustentar o argumento, a equipe lembrou que o mesmo gesto é frequentemente repetido pelo cantor em diversas outras cidades, a exemplo de uma apresentação recente em Palmas, no Tocantins, reforçando que o ato não possui relação com o atual cenário do segundo turno das eleições.
Nota oficial
Para encerrar as especulações, a equipe jurídica e de comunicação do artista divulgou o seguinte texto:
“COMUNICADO O cantor Luan Santana tem por princípio não se manifestar politicamente. O gesto em questão remete à inicial de seu nome, honrando um hábito adotado desde o início de sua carreira, sem qualquer conotação político-partidária. Dessa forma, qualquer tentativa de associar ou vincular a imagem do artista a posicionamentos políticos não corresponde à realidade. Atenciosamente, Assessoria de Comunicação Luan Santana”
O episódio aconteceu durante a turnê Registro Histórico, que celebra quase duas décadas de carreira do cantor, e serviu para reafirmar a neutralidade política do artista diante da repercussão digital.








