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Filme Dark Horse: defesa promete perícia e vaga no Oscar

Produtora GoUp garante lisura nas contas da obra sobre Jair Bolsonaro após polêmicas envolvendo o Banco Master e delação.

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Defesa de Dark Horse promete perícia após eleição e prevê disputa por Oscar

A produção cinematográfica Dark Horse retornou ao centro das atenções nesta sexta-feira (16/10) devido a declarações do delator Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro, que alegou ter enviado US$ 12,3 milhões a um fundo estadunidense sob a premissa de se tratar de um aporte imobiliário. Paralelamente, o liquidante do Banco Master declarou a ausência de registros documentais que comprovem os pagamentos solicitados por Flávio Bolsonaro (PL) como investimentos na película.

Perícia e disputas judiciais Diante dos recentes desdobramentos, os representantes legais da produtora GoUp divulgaram um comunicado oficial anunciando que um exame pericial detalhado nas finanças do projeto será protocolado exclusivamente após o encerramento do pleito eleitoral, reforçando a expectativa de que a obra conquiste espaço na premiação da Academia.

“Depois que passadas as eleições, pondo um fim a politização desse caso, a defesa tem convicção que duas coisas ocorrerão. A primeira é o sucesso estrondoso do filme Dark Horse que reúne todas as condições de disputar o Oscar contando a fantástica história do presidente Jair Bolsonaro”, escreveu a defesa da GoUp.

Investigação financeira da obra “A segunda é que a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária em apoio a esta iniciativa histórica de minha cliente GoUp”, continuou o advogado Ricardo Sayeg.

A polêmica sobre os recursos Anteriormente, no início de setembro, um especialista contratado de forma particular havia indicado que a documentação contábil seria divulgada em breve. No entanto, até o momento, apenas as despesas efetuadas em território nacional pela GoUp foram mapeadas, restando lacunas sobre o trajeto e a procedência exata dos recursos direcionados ao exterior.

Dessa forma, permanece incerta a comprovação de que os valores transferidos por Daniel Vorcaro, a pedido de Flávio Bolsonaro, tenham de fato integrado o orçamento da produção artística, embora os advogados mantenham a segurança quanto à regularidade dos aportes.

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