–:–:–
Conecte-se conosco

PM é preso após matar mulher em surto com faca em São Paulo

Caso ocorreu na região de Pirituba durante atendimento de uma ocorrência envolvendo disparos à queima-roupa contra a vítima.

1 visualizações
PM é preso após atirar e matar mulher com faca na mão em São Paulo

Uma ação da Polícia Militar terminou com a morte de uma mulher na tarde desta quinta-feira (15), no bairro Parque São Domingos, em Pirituba, Zona Norte da capital paulista. O agente responsável pelo disparo foi preso em flagrante e levado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar esclarecimentos.

Dinâmica da ocorrência e o óbito

O chamado ocorreu por volta das 14h30, na Rua Coronel José Rufino Freire. Moradores da região entraram em contato com as autoridades relatando que uma mulher, identificada posteriormente como Camila Pereira da Silva, estaria em aparente surto e ameaçando pessoas nas proximidades. Três policiais da Rocam foram destacados para atender o chamado.

Registros de câmeras de segurança mostram o momento em que a mulher caminha na direção dos agentes. Durante a aproximação, os policiais recuam com as armas em punho até que um dos militares dispara à queima-roupa. A vítima não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. O perímetro foi isolado para a realização de perícia técnica pelo Instituto de Criminalística e a posterior remoção do corpo pelo IML.

Investigação e procedimentos legais

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) confirmou a prisão do policial e a apreensão de sua arma para perícia. Segundo o órgão, o caso está sob apuração rigorosa. “Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto e terá acompanhamento da Corregedoria da PM. O local foi preservado pelas equipes da Polícia Militar até a chegada de equipes do Instituto de Criminalística e Instituto Médico Legal. A arma do policial foi apreendida para ser periciada”, informou a pasta.

Contexto de mortes em abordagens policiais

O episódio em Pirituba se soma a uma série de casos recentes envolvendo a atuação da PM em São Paulo. Em 3 de outubro, Antonio Nunes Batista foi morto com 24 tiros na Brasilândia, Zona Norte, após avançar contra agentes com uma faca. Dias depois, em 10 de outubro, Gustavo Munis de Santana foi alvejado 27 vezes em Moema, Zona Sul, ao sacar um celular, que foi confundido com uma arma de fogo. Em ambas as situações, familiares relataram que as vítimas sofriam de transtornos mentais.

Mais em Notícias

Ver tudo →