A Procuradoria-Geral da República (PGR) reiterou ao Supremo Tribunal Federal (STF) sua posição contrária à liberdade de Henrique Vorcaro e Fabiano Zettel. O pai e o cunhado do ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, seguem detidos preventivamente como desdobramento das investigações do Caso Master.
Posicionamento do Ministério Público Em documento enviado ao ministro Edson Fachin no último dia 17 de outubro, o órgão ministerial destacou que não houve alteração no cenário fático que justificasse a revogação das medidas cautelares. A manifestação, que conta com a assinatura do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e de outros membros do Ministério Público, sublinha que os fundamentos que levaram às prisões permanecem inalterados. Além dos familiares do banqueiro, o órgão se posicionou pela continuidade da prisão de Daniel Lopes Monteiro e Felipe Cançado Vorcaro.
Andamento das solicitações no STF Os pedidos de liberdade protocolados pelas defesas ainda aguardam uma decisão por parte do ministro Edson Fachin. Até o momento, a Presidência do Supremo mantém o status atual das detenções, enquanto os requerimentos seguem sob análise do magistrado.
Trâmites sobre processos urgentes Paralelamente à questão dos detidos, a PGR solicitou que Fachin dê celeridade à análise de pedidos urgentes vinculados a inquéritos como o Caso Master e o esquema conhecido como Farra do INSS. O órgão defende que, em casos onde não ocorra a reconsideração de decisões individuais, os recursos devem ser submetidos diretamente ao plenário da Corte, garantindo assim uma análise colegiada sobre as contestações apresentadas.








