O acesso ao ponto turístico mais visitado do planeta foi bloqueado na manhã desta segunda-feira (19) por manifestantes que protestavam em solidariedade a coletivos acadêmicos e contra a atuação policial, conforme confirmaram sindicatos e a administração da galeria.
Impacto na abertura e reivindicações
A instituição parisiense não iniciou suas atividades no horário programado das 9h00 (4h00 no horário de Brasília) em decorrência da paralisação articulada pelos matriculados na Escola do Louvre, conforme detalhado pela diretoria. Os participantes distribuíram comunicados no local declarando: “Estamos orgulhosos de anunciar que bloqueamos o maior museu do mundo”.
Contexto das manifestações na França
O cenário ocorre após o fim de semana marcado por atos contra o encarecimento do custo de vida que geraram confrontos severos, depredações e cerca de 2.400 prisões em território francês. No entanto, a administração esclareceu que a ação conduzida por aproximadamente 50 alunos não tem relação direta com o funcionamento interno da galeria, servindo apenas como uma plataforma de visibilidade.
União de classes e coincidência de datas
Representantes do sindicato CFDT confirmaram que discentes de Belas Artes também participaram da mobilização, que coincide com o primeiro ano do histórico furto de joias que abalou a estrutura da entidade. A Escola do Louvre, situada nas dependências do complexo, é uma instituição de ensino superior dedicada a disciplinas como Arqueologia, Museologia e História da Arte.
Em nota oficial impressa, os jovens evitaram mencionar os episódios de vandalismo recentes e enfatizaram que apoiam “a luta pelo direito de estudar, de trabalhar, de viver livremente em boas condições”.








