A capacidade energética do iPhone Duo foi oficialmente divulgada pela Apple por meio de uma etiqueta regulatória publicada na União Europeia, revelando um componente de 4.883 mAh para o celular dobrável.
Capacidade em destaque O documento europeu, disponibilizado antes do lançamento comercial do dispositivo, indica que o aparelho apresenta uma estrutura de bateria dividida em duas células, sendo uma de 2.962 mAh e outra de 1.921 mAh, totalizando os 4.883 mAh oficiais. Como o modelo é comercializado exclusivamente com eSIM e sem suporte para cartão SIM físico, a expectativa é que essa mesma especificação seja mantida globalmente.
Comparação com rivais do mercado Com essa marca, o dobrável da Apple supera o Galaxy Z Fold 8, da Samsung, que conta com 4.660 mAh. No entanto, ambos ficam atrás de concorrentes como o HUAWEI Pura X Max, equipado com 5.300 mAh, e o Xiaomi 18 Fold, que lidera com 6.000 mAh.
Autonomia por ciclo de carga Apesar da desvantagem na capacidade bruta frente a alguns concorrentes asiáticos, o iPhone Duo promete superar o principal rival sul-coreano na duração por ciclo, alcançando 51 horas e 30 minutos de autonomia, enquanto o Galaxy Z Fold 8 registra 49 horas e 10 minutos. Essa eficiência superior por carga pode ser explicada pela otimização entre o hardware e o sistema operacional proprietário da Apple.
Vida útil e durabilidade Por outro lado, quando o assunto é a longevidade a longo prazo, a Samsung leva vantagem. A bateria do dobrável da Apple é projetada para suportar mil ciclos de carga antes de cair para 80% da capacidade original, ao passo que o modelo concorrente é certificado para 1.200 ciclos. Fazendo o cálculo com base nas estimativas oficiais, o dispositivo da Apple acumula cerca de 51.500 horas de funcionamento ao longo de sua vida útil, contra mais de 58.800 horas proporcionadas pelo smartphone da Samsung.
Repercussão na indústria O lançamento do novo formato dobrável da Apple continua gerando debates intensos no mercado de tecnologia, inclusive com críticas duras de executivos da concorrência, a exemplo do posicionamento recente em que o CEO da Nothing afirmou que o “iPhone Duo é desperdício de dinheiro”.








